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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PROCESSO QUE DUROU MAIS DE 50 ANOS É ENCERRADO NO ESPÍRITO SANTO

Cinquenta anos após procurar a Justiça para receber créditos trabalhistas devidos, Anaclínio de Almeida da Conceição, 79, deixou a Vara do Trabalho de Linhares (ES), no último dia 6, com um acordo assinado. Ele receberá R$ 8,7 mil.
Ele afirma que trabalhou numa fazenda durante dois períodos: de março de 1949 a junho de 1957; e de março de 1960 a outubro de 1963, ano em que a ação foi ajuizada. O trabalhador reclama de sempre ter recebido menos do que ... (clique em "mais informações" para ler mais)
um salário mínimo, jamais ter tido férias nem repouso semanal.
Na época, um dos donos da fazenda era o general Amaury Kruel, morto em 1996. Ele comandou o 2° Exército na década de 60 e foi um dos homens por trás do golpe que derrubou o presidente João Goulart, de quem chegou a ser ministro da Guerra.
A sentença da Justiça Comum (na época não havia vara do trabalho em Linhares), proferida em abril de 1966, reconheceu as alegações do trabalhador. Em 1975, a Justiça intimou Kruel a pagar a dívida, mas ele não foi encontrado, e o processo acabou arquivado. Trinta e sete anos depois, a atual advogada de Almeida da Conceição, Maria da Penha dos Anjos Alves, conseguiu resgatar a ação, que foi encaminhada para a Justiça do Trabalho.
Em audiência marcada pelo juiz Ricardo Menezes Silva, à qual compareceram o trabalhador, os herdeiros dos antigos donos e o atual proprietário, houve divergência quanto ao valor a ser pago. A advogada do trabalhador apresentou cálculo de R$ 2,1 milhões. Já a contadoria da vara do trabalho quantificou o crédito em R$ 458,86.
Após negociações, o montante foi fixado em R$ 8.751,00. Além disso, os devedores assumiram o custeio dos honorários da advogada (R$ 1.752,00), de forma que o trabalhador deverá receber seu crédito sem qualquer dedução. 
Fonte: TRT-17
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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